Plasma de Quinton: um caminho para a saúde

Atualizado: Abr 28

O Plasma de Quinton (Plasma Marinho) remonta os finais do séc. XIX, quando o fisiólogo e biólogo francês, René Quinton, a partir duma nova perspetiva, argumenta que a vida animal nascida no mar, tende a manter as condições das suas origens, apesar das variações ao longo do tempo.




Plasma de Quinton como produto das constantes da vida


Essa hipótese afirmava que as diferentes modificações ocorridas no meio externo e interno tendiam a manter certas constantes.


Essas regularidades visavam manter a temperatura e os potenciais eletroquímicos que eram dados no início da vida, e essas constantes deveriam ser perseveradas.


Esse estado estacionário celular, esses gradientes eletroquímicos, são os que geram a energia potencial inicial necessária para a relação entre o meio interno e o externo, tendo-se alcançado esta situação num contexto marinho.



Portanto, se o mar era o coração da vida, apenas a proporcionalidade salina deveria ser preservada (possivelmente o mais viável, termodinamicamente).


Partindo destas hipóteses, René Quinton começou as suas investigações, descobrindo na água do mar 15 elementos da tabela periódica. Adicionara outros cinco ao longo das suas observações, tendo no entanto o pressentimento que esta água os deveria ter a todos.


Efetivamente, a evolução dos meios de análise, permitiram evidenciar novos elementos, com as suas proporções muito semelhantes às do nosso meio interno.

No ano de 2007, na Universidade de Alicante, em Espanha, o departamento de química analítica, nutrição e bromatologia, determinaram a existência de 78 elementos da tabela periódica.



O nascimento do Plasma de Quinton e origem da Terapia Marinha


Originalmente, a Água do Mar, tinha menor concentração de sais minerais que hoje em dia, razão pela qual, é necessário reduzir a sua concentração adicionando água de nascente, de mineralização muito débil.


René Quinton selecionou lugares concretos nos quais as correntes marinhas, a temperatura e a salinidade, permitiam o desenvolvimento de grandes quantidades de fitoplâncton e zooplâncton, produzindo uma enorme quantidade de moléculas orgânicas.


Estes Blooms fitoplanctónicos eram a chave para a qualidade da água do mar, o seu Plasma Marinho original.


Aplicando-se um cuidadoso protocolo para alcançar a Osmolaridade plasmática isotónica, sem alterar os elementos constituintes, René Quinton conseguia um produto de alta qualidade.


Por ter provado previamente e demonstrado que não provocava qualquer dano ao nosso organismo, entre 1887 e 1904, René Quinton aplicou o seu tratamento marinho, dando lugar a um protocolo de Terapia Marinha.



A utilização da terapia com Água do Mar


Juntamente com outros professores, profissionais de saúde e jovens médicos, esperançados, começaram a sua terapêutica nos hospitais parisienses, onde trataram múltiplos casos nos quais as pessoas se encontravam desesperadas e impotentes.


Relatam-se casos como o de um paciente com Tifo num estado de coma terminal, cujo único destino era o pior, o tratamento de pacientes cirróticos, intoxicações e muitos outros.



O tratamento que se realizava era a injeção de água do mar isotónica, chamando-se naquela época de Plasma de Quinton, este Plasma Marinho fez o que parecia impossível, em muitos casos trazer á vida o moribundo e esperança aos médicos.


Naquela altura infeliz, onde as foices da morte arrasavam tudo, René Quinton centrou a sua atenção nas crianças, aos quais a caquexia e a colora lhes desprendia a vida em cada suspiro, as suas faces magras e ósseas eram o sinal da sua morte, as orações dos pais pareciam catástrofe social.


Por sorte, os primeiros resultados não se fizeram esperar, após as primeiras injeções, recuperavam o apetite e ganhavam de peso. Eram mais que evidentes as respostas das crianças e isto impulsionou René Quinton a abrir os dispensários marinhos.


O primeiro foi inaugurado em Paris, em 1907, próximo da estação dos comboios de Montparnasse, onde se realizaram em média de 10.000 injeções por mês. Posteriormente foram criados outros dispensários em todos os bairros de Paris, noutras regiões da França e noutros países (Grã-Bretanha, Bélgica, Egipto, Estados Unidos, etc).



Em 1921 foi publicado “Le Dispensaire Marin” através da direção do Dr. Jean Jarricot, obra solida sobre a utilização do Plasma de Quinton em pediatria.


Foram muitos os filhos que passaram a ser pais e depois avós que dão graças a René Quinton, os seus netos e bisnetos ainda estarão pensando como situação tão complexa, como uma doença que quebrou esperanças, poderia ser tão facilmente resolvida.



Fundação René Quinton

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