Água do Mar: Como Beber?

Atualizado: Abr 25

Desde o século XIX, graças aos estudos de René Quinton, até à atualidade, o emprego da Água do Mar como importante fonte de minerais, tanto no tratamento dos desequilíbrios eletrolíticos e nutricionais, como para prevenir as carências destes minerais (em particular os oligoelementos, muito importantes na função metabólica) vem ganhando força ao ponto de indicar algumas diretrizes em relação ao consumo de Água do Mar, como obtê-la e onde obtê-la.


Respondemos à sua pergunta neste artigo: Como Beber Água do Mar?




Qualidade da Água do Mar


Não existe forma standart de beber Água do Mar. Existem recomendações sobre as formas da sua utilização de maneira a recuperar a saúde de maneira natural.


Em muitos casos consequentes de diferentes estudos, sendo estes, nalguns casos, os indicadores das diretrizes.


Mas a questão mais importantes, e na qual nos devemos sériamente centrar, é a qualidade do produto que vamos consumir.



Daí que, antes de nos perguntarmos: "Água do Mar: Como Beber?", devemos saber o valor biológico da Água do Mar e se este é variável segundo a origem de obtenção desta água.


Podemos dizer que a Água do Mar é 97-98% de toda a água da Terra, estando amplamente distribuída, e ocupando cerca de 70% da superfície terrestre, mas quando observamos a Água do Mar, damo-nos conta que não é toda igual. Alteração na sua salinidade, temperatura, pH, a sua carga orgânica e conteúdo em resíduos. Também altera a sua composição consoante a sua profundidade.


Um dos elementos chave na qualidade da Água do Mar, são denominados vórtices oceânicos, de onde René Quinton obtinha a água que utilizava na sua terapia.


Vórtice Fitoplantonico - Golfo de Viscaia

Os Vórtices Oceânicos são o produto dos diferentes processos físicos e são de vital importância já que transportam energia (calor), sais, nutrientes e sedimentos de ecossistemas marinhos e continentais.


Os remoinhos ciclónicos, entre outros fenómenos, que encontramos nos Vórtices, dão lugar a um considerável aumento de nutrientes, dando como consequência um aumento na produção biológica.


Essa produção biológica que se dá na camada superficial do oceano, deve-se à produção de Fitoplâncton, que depende a disponibilidade de nutrientes ao longo do ano.


Porém, a variabilidade estacional do fitoplâncton está intimamente relacionada com a estratificação, a mistura e a irradiância dependente da latitude, daí a importância dos vórtices e da sua situação fixa ou estacionaria em relação ao crescimento de Fitoplâncton e as suas consequências sobre a qualidade da Água do Mar obtida.



No oceano, estes vórtices têm uma energia cinética considerável e são muito importantes no transporte de energia interna, sedimentos, sal e propriedades químicas como oxigénio e nutrientes que afetam a biota.


Esta é considerada das causas fundamentais pela qual a Água do Mar que se obtém nos vórtices está muito mais enriquecida que aquela que se obtém em lugares menos dinâmicos, inclusive áreas mortas.



Água do Mar, Como Beber? Mas antes, Qual devemos beber?


Por outro lado, temos um problema que vai crescendo: a qualidade da Água do Mar que pode conter elementos nocivos para a saúde.


Embora seja certo que a Água do Mar tem a capacidade regeneradora, e, portanto, seja capaz de reduzir e neutralizar em certa medida a toxicidade dos diferentes produtos prejudiciais, é certo também que isto se dá no conjunto dos oceanos e mares e não apenas de forma regional.



Além disso, soma-se o derramar massivo de produtos contaminantes que vêm preenchendo os litorais, entre muitos outros, os pluviais, derramados de embarcações, os de natureza fecal que ao serem vertidos de forma contínua não se produz uma correta neutralização. Daí que devemos ser prudentes na hora de eleger a Água do Mar a consumir.


Dado isto, René Quinton utilizava um processo: a filtragem, que garantia as características e qualidade da água do mar para consumo humano, e que continua a ser aplicado hoje em dia na obtenção da água para Terapia Marinha.


Também temos que ter em conta que a EPA emitiu em 2012 novos níveis admissíveis de bactérias em águas, níveis chamados de “Criteria”. Os novos níveis baseiam-se num risco de gerar a doença gastrointestinal de 3,6%. Ou seja, que 36 em cada 1000 pessoas que nadam nos oceanos, padecem de alguma enfermidade gastrointestinal aceitável.



Não parece demasiado flexível, mas a prudência indica-nos que estejamos alerta, tanto na água na qual nos banhamos assim como na que ingerimos.


Esclarecemos ainda que no que diz respeito a água de consumo humano, estabelecem-se os critérios sanitários de qualidade da água do mar para consumo humano, incluindo o fornecimento desde a recolha até ao consumidor, garantindo a sua solubilidade, qualidade e limpeza, com o objetivo de proteger a saúde das pessoas dos efeitos adversos derivados de qualquer tipo de contaminação das águas.


Além disso, no caso das Águas do Mar, por parte da AESAN, segue a avaliação científica realizada pela EFSA na qual se regem por mínimos de higiene que devem aplicar-se à Água do Mar limpa destinada ao consumo humano.


Portanto é prudente na altura de selecionar a Água do Mar saber que deve ser tratada, para o bem de quem a consome.


Pela a importância do que mencionámos até agora, devemos ter em conta, que a Água do Mar mesmo seguindo as leis de constância, deve ser cuidadosamente selecionada quando se destina ao consumo humano por poder perder uma percentagem importante das suas qualidades orgânico-minerais obtidas dos Vórtices de Fitoplâncton e também por poder ser a causa de alterações por consumo de tóxicos de toda a índole, tanto orgânicos como inorgânicos.


Pelo que na dúvida “Água do Mar, Como Beber?”, pode-se dizer que as indicações e quantidades estão recolhidas em múltiplos ensaios, tanto clínicos como experimentais e também como devem ser consumidas, que os profissionais nos podem indicar os protocolos de tratamento com a terapia marinha de forma individualizada.


Mas entendamos que a Água do Mar em muitos casos está contaminada pela mão do homem ou pelos fenómenos naturais, e, assim, devemos ser críticos na altura de eleger a melhor água para consumo, porque pode, não apenas, não ter as qualidades que se atribuem, mas também estar contaminada e provocar a doença.



Fundação René Quinton


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